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Torta Banoffe

Receita Maravilha com Sônia Ribeiro

  Final de semana chegou e nada melhor que uma receita prática, fácil e muito gostosa para fazer para a família.

  A Sônia Ribeiro preparou está bem especial para vocês.

  Torta Banoffe de banana, doce de leite, chantilly e canela. Ingredientes saborosíssimos que vai deixar todo mundo com água na boca.

  Então sem perder tempo, anota os ingredientes desta receita:

Ingredientes

  • 200g de biscoito maizena
  • 100g de margarina
  • 500g de doce de leite
  • 3 a 4 bananas nanica ou prata
  • 500 ml de chantilly gelado e batido
  • Canela em pó a gosto (opcional)

Modo de Preparo

PARA A BASE

  Em um processador ou liquidificador, colocar os biscoitos previamente quebrados para facilitar. Bata bem até virar uma farofa, acrescente a manteiga e bata novamente para umedecer a farofa. Coloque em uma forma ou refratário e leve ao forno 180 graus por 10 minutos para deixar sequinha e crocante.

  Reserve.

PARA O RECHEIO

Assim que sair do forno a farofa, mexa com a ajuda de uma colher para ajudar a soltar. Pique as bananas e coloque em cima da farofa. Salpique a canela em pó a gosto. Espalhe o doce de leite por cima das bananas (isso pode ser feito com uma manga de confeitar com o bico da sua preferência ou mesmo com a ajuda de uma colher). Por último coloque o chantilly que ficou gelando por 12 horas na geladeira e novamente com a ajuda de uma manga de confeitar e o bico de sua preferência, deposite em cima do doce de leite.

Salpique novamente a canela em pó e está pronto para servir.

Bom apetite.

Acompanhe no vídeo o passo a passo da receita.

Depois de fazer esta RECEITA MARAVILHA, conta para gente aqui nos comentários.

Super beijo.

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Tranças – Além da Beleza

Tranças - Auto estima, história e superação

  As tranças sempre fizeram parte da história dos cabelos femininos e de uma pequena porção dos cabelos masculinos, mas o que muito gente não sabe, é que na cultura afro, as tranças vão muito além da tendência ou estética. 

  Daiane e eu, tivemos o privilégio de conversar com a Thaís (Mona) @nailah_thais e também com a Ana (Mana) @anapigato . Elas, em um bate papo descontraído, nos mostrou uma profundidade sobre o assunto e também uma superação diária na luta contra o racismo, que muitas vezes acontece dentro da própria família e as histórias de ajuda na auto estima de tantas mulheres.

Thais - conhecida por Mona, trancista e influenciadora da auto estima
Ana - conhecida por Mana - trancista e militante politica

  A partir de agora vou colocar aqui a minha experiência com a conversa que tivemos com as meninas. 

Comecei a pesquisar um pouco, por conta da polêmica de “apropriação cultural” que tanto tem se falado na internet. Este assunto para mim se tornou um misto de polêmica e também de espanto por algumas pessoas serem tão radicais e acharem um absurdo que pessoas brancas usassem tranças, onde fica a liberdade de expressão!?!?!

  Então a melhor saída para mim, foi conversar abertamente com a Ana e a Thais e ouvir pela visão da menina preta (como elas mesmas mencionam) e ver todos os lados de uma história realmente profunda e cruel.

Confere neste vídeo nossa conversa e o relato diário de luta e superação.

  A Ana e a Thais são meninas que pensam para frente. Elas não se colocam em nenhum momento como vitimas da situação, mas se posicionam de maneira a ter e exigir seus direitos e cumprir com seus deveres. Elas nos inspiram a olhar pela visão do outro, sentir o que o outro sente, e principalmente, empoderar mulheres independente de raça e cor.

  Quanta admiração eu tenho por elas.

  Voltando um pouco as tranças e a “apropriação cultural”, Ana e Thais são enfáticas em dizer (como eu também penso), que o problema não é uma pessoa branca usar as tranças no cabelo, mas pensar que aquele penteado é apenas “bonito” ou esta na “moda”.

  Quando relataram a história por trás das tranças tipo Nagô, fiquei com nó na garganta. 

  Confere por aqui também alguns tipos de tranças.

Tranças Nagô

Tranças Nagô

  As tranças Nagô são tranças feitas deste a raiz do couro cabeludo e podem ir de desenhos simples aos mais elaborados. Na cultura africana, estas tranças simbolizam também estado civil e até classe social. No Brasil o relato nos tempos da escravidão era de que o mapa do quilombo era feito na cabeça de algumas mulheres através da trança nagô, pois não poderia ter nada nas mãos no momento da fuga. Outra curiosidade é que algumas mulheres trançavam os cabelos e no meio das tranças eram colocados grãos, pois não sabiam na fuga para o quilombo, quanto tempo ficariam sem se alimentar.

Tranças Box Braids

Trança Box Braids

  As tranças Box Braids, são feitas individualmente no cabelo para agregar volume e/ou comprimento. Muitos são os materiais usados para este fim, mas os principais são: kanekalon, jumbo e lã.

  Este tipo de trança além de possibilitar a mudança de cor e material usado, possibilita o uso de diversos penteados principalmente por conta do comprimento agregado aos fios naturais.

  A durabilidade de uma trança desta varia, mas a média é de até 3 meses, e os cuidados básicos são o uso de shampoo anti resíduos e também da touca de cetim na hora de dormir para evitar o frizz.

Trança Raiz e Boxeadora

  A trança raiz nada mais é do que uma trança nagô, mas tem as suas variações. Elas podem ser a raiz escama de peixe e a tão famosa trança boxeadora.

  Aqui a sua criatividade fala mais alto e você pode fazer da maneira que mais gostar.

Trança Nagô ou Raiz com alongamento

  Se formos falar de variedade de tranças, este post não teria fim. O principal mesmo foi o alerta sobre a questão cultural envolvida. 

  Quando você escolher usar tranças, seja por vaidade, tendência ou até mesmo porque gosta, sempre respeite a história envolvida.

  Procure por uma trancista profissional como a Mana e a Mona e aproveite seu novo visual.

  Que tal post assim? 

  Me conta aqui nos comentários e me deixe sugestões.

  Beijos.